Campanha de Lula pede ao TSE investigação contra Meta por redução em redes sociais e uso de criptomoeda pró-Flávio Bolsonaro
A coligação governista Brasil Pronto Pra Mais entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira (9) contra a Meta, após notar uma queda significativa no alcance das publicações que apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O pedido acusa a Meta de restringir o engajamento dessas publicações nas redes sociais, poucas semanas antes do segundo turno das eleições de 2026. A campanha exige que a empresa trate os conteúdos políticos de forma justa e igualitária.
Segundo a coligação, o bloqueio e a perda de interações em páginas pró-governo desequilibram a disputa eleitoral. Eles solicitam que o TSE tome medidas urgentes para garantir que as informações continuem circulando livremente nas plataformas digitais.
Cobrança à Meta e suas consequências
Essa denúncia foi motivada por diversos relatos públicos sobre a redução do alcance de conteúdos favoráveis ao governo nas redes da Meta. Para a campanha do Lula, essa queda drástica causa uma vantagem injusta e desequilibra o cenário digital.
A coligação pede que o TSE ordene à empresa que restabeleça a neutralidade dos algoritmos, garantindo que todos tenham acesso trazeiro aos diferentes discursos na reta final da eleição.
Outras acusações contra apoiadores de Flávio Bolsonaro
- Uso de Criptoativos: Uma ação foi aberta contra Flávio Bolsonaro (PL), Alfredo Gaspar, Pablo Marçal e organizadores do token “Brasil 22 Token” (B22), que teria distribuído tokens para incentivar eleitores nas redes.
- Vídeos manipulados e inteligência artificial: A campanha contestou vídeos com áudios antigos fora de contexto e conteúdos no TikTok criados por inteligência artificial para confundir os eleitores sobre o número da urna do candidato à reeleição.
- Fake news sobre aposentadorias: Foram feitas representações contra publicações falsas que afirmavam que o governo planejava desvincular o salário mínimo dos benefícios previdenciários.
Impacto para Mato Grosso
Em Mato Grosso, onde a população é bastante conectada e engajada nas redes sociais, esse confronto jurídico sobre controle e alcance de conteúdo digital afeta diretamente como as campanhas se comunicam com os eleitores.
A disputa pelo domínio da narrativa digital pode influenciar o nível de polarização político próximo ao dia da votação de 2026.

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