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Agronegócio Sorriso

FPA conta com 200 parlamentares eleitos para o Congresso

Redação BDN
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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) conquistou 200 parlamentares eleitos ou reeleitos no primeiro turno das eleições de 2026, garantindo forte presença no Congresso Nacional para a próxima legislatura.

Atualmente, a FPA possui 299 membros na Câmara dos Deputados, com 176 deles sendo reeleitos. No Senado Federal, são 48 integrantes, entre os quais seis foram reeleitos e 17 estão em seus mandatos.

Houve movimentação significativa entre as duas casas legislativas: 17 deputados federais da FPA foram eleitos senadores, enquanto um senador da frente foi eleito para a Câmara dos Deputados.

Segundo o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), essa renovação fortalece a bancada no Senado a partir de 2027.

Deputados eleitos para o Senado

Dentre os 17 deputados que assumirão cargos no Senado estão:

  • Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  • André Fufuca (PP-MA)
  • Arthur Lira (PP-AL)
  • Bia Kicis (PL-DF)
  • Carlos Jordy (PL-RJ)
  • Carol de Toni (PL-SC)
  • Domingos Sávio (PL-MG)
  • Evair de Melo (Republicanos-ES)
  • Fernando Máximo (PL-RO)
  • Filipe Barros (PL-PR)
  • Guilherme Derrite (PP-SP)
  • Gustavo Gayer (PL-GO)
  • Júlio César (PSD-PI)
  • Marcel van Hattem (Novo-RS)
  • Nicoletti (PL-RR)
  • Sanderson (PL-RS)
  • Zé Medeiros (PL-MT)

A eleição de Zé Medeiros destaca a presença de Mato Grosso no Senado entre representantes do setor agropecuário.

Expansão da presença nos governos estaduais

Além do Congresso, membros da FPA foram eleitos governadores de Minas Gerais, Paraná, Rondônia e Rio Grande do Sul. No Tocantins, dois parlamentares avançaram para o segundo turno nas eleições estaduais, e no Acre, um integrante da frente permanece na disputa.

Prioridades para a próxima legislatura

A FPA pretende focar nas questões do endividamento dos produtores rurais e na dificuldade de acesso ao crédito. Segundo Pedro Lupion, o setor enfrenta altos índices de inadimplência, o que dificulta a produção agrícola.

“Estamos enfrentando um endividamento recorde e problemas graves de inadimplência. Muitos produtores não conseguem plantar nem colher”, afirmou.

Outro objetivo é reformular o Plano Safra, buscando transformá-lo em um programa plurianual com maior previsibilidade orçamentária, diminuindo a dependência do programa frente às mudanças de governo.

“O Plano Safra precisa ser cada vez menos dependente de um governo”, destacou Lupion.

Com a forte participação dos seus membros, a FPA chega ao próximo período legislativo com intenção clara de defender políticas que beneficiem o agronegócio, especialmente em financiamento, produção e renegociação de dívidas.

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