Mato Grosso Lucas do Rio Verde
Arrecadação de Mato Grosso supera R$ 40 bilhões antes do esperado
Setembro começou mostrando a força econômica de Mato Grosso e o impacto dos impostos sobre a população. Nesta quinta-feira (3), o estado já havia arrecadado R$ 40 bilhões em tributos municipais, estaduais e federais. Esse valor corresponde a 1,25% dos R$ 2,73 trilhões arrecadados em todo o Brasil e é 3,44% maior que o mesmo período do ano passado.
A marca de R$ 40 bilhões foi alcançada oito dias antes do que o previsto para 2025, aproximando-se do total do ano passado, que foi R$ 58,2 bilhões. O presidente da Federação, Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli), afirmou que esse resultado mostra a capacidade de Mato Grosso na geração de receitas, especialmente pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Sebastião Gonçalves explicou que a arrecadação reflete a movimentação econômica e o volume de operações no estado, com destaque para o ICMS, que é a maior fonte de tributos.
No âmbito federal, os maiores impostos são o Imposto de Renda e as contribuições para a previdência. Já nos municípios, o ISS e o IPTU são os principais tributos arrecadados.
Na capital, Cuiabá, foram recolhidos R$ 830 milhões em impostos, seguida por cidades como Rondonópolis (R$ 224 milhões), Sinop (R$ 167 milhões), Várzea Grande (R$ 118 milhões), Sorriso (R$ 91 milhões) e Lucas do Rio Verde (R$ 88 milhões).
O Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso destacou que a arrecadação mostra a importância das cidades-polo no crescimento econômico do estado. Além disso, uma melhor gestão dos recursos públicos pode ajudar no desenvolvimento contínuo de Mato Grosso.
O Sistema Comércio de Mato Grosso, que inclui a Fecomércio-MT, Sesc-MT e Senac-MT, é ligado à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros.

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