Disputa pelo Planalto em 2026 está acirrada; Lula lidera com pequena vantagem
A corrida para a Presidência da República em 2026 continua acirrada e promete muita emoção até a votação em outubro daquele ano. Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (31) pelo instituto Nexus, encomendada pelo banco BTG Pactual, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está na frente nas intenções de voto, mas com vantagem reduzida sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL).
O levantamento foi feito entre os dias 28 e 30 de agosto, com 2.005 entrevistas por telefone em todo o Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de confiança. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08900/2026.
Líder no primeiro turno
No principal cenário da pesquisa, sem a participação de Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Outros candidatos aparecem com menores percentuais: Augusto Cury (Avante) – 11%, Ronaldo Caiado (PSD) – 5%, Renan Santos (Missão) – 3%, Romeu Zema (Novo) – 1% e Samara (UP) – 1%. Brancos, nulos e eleitores indecisos somam 6%.
Impacto da entrada de Pablo Marçal
Quando Pablo Marçal integra a disputa, Lula cai para 37% e Flávio Bolsonaro para 31%, enquanto Marçal fica com 3%. Nesse cenário, Augusto Cury se mantém com 11%, Ronaldo Caiado sobe para 6% e Romeu Zema alcança 2%. A presença de novos candidatos pode dividir o eleitorado e reduzir a vantagem dos líderes.
Empate técnico no segundo turno
As simulações para o segundo turno indicam uma disputa muito próxima. No confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista tem 46% das intenções, contra 45% do senador, resultando em empate técnico considerando a margem de erro.
Outros cenários mostram:
- Lula com 45% x 44% Ronaldo Caiado
- Lula com 46% x 41% Romeu Zema
- Lula com 47% x 38% Renan Santos
Eleição ainda indefinida
Os dados confirmam que a eleição presidencial de 2026 permanece aberta. Embora Lula esteja à frente, a oposição cresce em competitividade, especialmente em segundo turno. Com o início oficial da campanha se aproximando, novas pesquisas devem acompanhar de perto a movimentação dos candidatos, a formação de alianças e o comportamento dos eleitores.

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