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Mato Grosso Nova Mutum

Vacinas contra raiva e clostridioses seguem em falta no campo em Mato Grosso

Redação BDN
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Foto: Reprodução

Cinco meses após o primeiro alerta sobre a falta de vacinas no campo, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) confirmou que a baixa disponibilidade comercial de imunizantes contra raiva e clostridioses ainda atinge várias regiões do estado.

Essa situação, que começou em abril, continua prejudicando as revendas locais, mesmo após o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) liberar a importação emergencial das vacinas. O tema foi discutido durante uma reunião estratégica no auditório da Famato, em Cuiabá, com a participação de lideranças dos sindicatos rurais de todo o estado, que trataram dos desafios na defesa sanitária dos rebanhos.

Prejuízos e ações em andamento

O levantamento realizado com as entidades sindicais sinalizou alerta para os produtores rurais, uma vez que a vacinação é fundamental para evitar surtos de doenças graves que ocasionam mortes súbitas em bovinos e perdas econômicas na pecuária.

  • Diálogo com órgãos reguladores: A Famato e os sindicatos intensificaram os contatos com o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) e o Mapa para agilizar a distribuição das vacinas importadas.
  • Orientações técnicas: Paulo Zen, presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum, destacou que o setor produtivo tem buscado apoio técnico para ajudar os pecuaristas a planejar a saúde dos rebanhos e cumprir as regras legais durante o período de escassez.
  • Monitoramento regional: O coordenador da Comissão de Pecuária da Famato, Amarildo Merotti, informou que o acompanhamento constante das diferentes demandas permite identificar variações no abastecimento entre municípios e exigir respostas rápidas das autoridades.

As entidades do setor agropecuário afirmaram que continuarão cobrando o governo federal e os laboratórios para regularizar o fornecimento das vacinas nas revendas e garantir a segurança sanitária dos rebanhos em Mato Grosso.

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