Governo Destina R$ 44,8 Bilhões para Emendas em 2027
A equipe econômica do governo enviará ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, prevendo R$ 44,8 bilhões para pagamento das emendas parlamentares.
Este valor representa um aumento de R$ 4 bilhões em relação à projeção feita para 2026, quando foram destinados R$ 40,8 bilhões para o mesmo fim.
A Lei Orçamentária Anual (LOA) define o orçamento para o ano seguinte e estabelece o equilíbrio entre receitas e despesas, sendo a meta fiscal a ser seguida pelo Executivo. Ela também determina os limites de cada despesa e receita e como os recursos serão distribuídos.
Principais Destaques do Orçamento
- Produto Interno Bruto (PIB): o governo projeta um crescimento de 2,46% para 2027.
- Taxa Selic: estimada em 12,53% ao final de 2026.
- Salário mínimo: previsto em R$ 1.741, com aumento de 7,4% em relação a 2026, quando foi de R$ 1.621.
- Inflação: a expectativa é de 3,60% para 2026, dentro da meta estabelecida.
Volume Total do Orçamento 2027
O orçamento previsto para 2027 é de R$ 7,4 trilhões, sendo R$ 3,8 trilhões para despesas financeiras e R$ 3,4 trilhões para despesas primárias. A receita primária total está projetada em R$ 3,4 trilhões, equivalente a 23,40% do PIB.
As despesas primárias do governo federal, excluindo estatais, devem chegar a R$ 2,8 trilhões, ou 19,14% do PIB. Para manter o Regime Fiscal Sustentável, o crescimento real das despesas é limitado a 2,5%.
Definições no Orçamento
- Despesas financeiras: gastos essenciais como custeio de pessoal, saúde e educação.
- Despesas primárias: pagamento de juros e amortização de dívidas.
- Receitas primárias: recursos arrecadados por meio de taxas e impostos.

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